
O jogo Epidemik
Da França com toque brasileiro
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Sobre a Fiocruz
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Mergulhe nesse panorama espetacular de depoimentos e imagens que marcaram a história da humanidade
A primeira parte da exposição aborda a história milenar dos homens e das epidemias e faz uma retrospectiva do tema desde o período Neolítico, passando pela Antiguidade, a Idade Média e a Revolução Industrial, até os dias atuais. A proposta é discutir as condições que favoreceram o surgimento das epidemias, os meios que foram utilizados para combatê-las e o impacto que tiveram sobre a vida das populações.
Obras de artistas franceses servem de fio condutor para traçar uma linha do tempo e situar as diferentes epidemias ao longo dos séculos. Já as obras brasileiras do acervo da Mapoteca da Biblioteca Nacional, do Museu do Exército, da Fiocruz e do Instituto Butantan, resgatam momentos marcantes da história das epidemias no país.
Para explicar o impacto das várias epidemias ocorridas ao longo dos séculos sobre a humanidade, um afresco de 19 metros projeta seis filmes em sequência, com rico conteúdo histórico e jornalístico, que inclui gravuras, pinturas, documentos, fotos e reportagens. São imagens e depoimentos que revelam a visão de quem vivenciou as crises epidêmicas: pacientes, familiares e profissionais da saúde.
Relatos de diferentes regiões do mundo - como o de uma sobrevivente da gripe espanhola, de 1918 ou o de mulheres africanas que sofrem da doença do sono – dão ênfase às relações entre o homem e o meio ambiente, interligando aspectos biológicos e culturais.
A mostra brasileira inclui depoimentos locais, selecionados pela Fundação Oswaldo Cruz e pelo Instituto Butantan, e uma reportagem sobre as Endemias do Novo Mundo, destacando o centenário da descoberta da Doença de Chagas.

